segunda-feira, 31 de julho de 2017
MOLUSCOS - 6º ANOS
Os moluscos são animais de corpo mole, geralmente envoltos por uma concha.
A concha é presente em ostras, mariscos, caracol e caramujo. Em alguns, como a lula, a concha é interna e em outros, é ausente, como no polvo.
As conchas são importantes para proteger o corpo mole dos moluscos e evitar a perda de água.
Os moluscos vivem em ambientes aquáticos marinho ou de água doce e no meio terrestre úmido.
O filo Mollusca é o segundo maior em número de espécies, aproximadamente 50 mil, atrás apenas dos artrópodes.
Características
Esses animais apresentam o corpo dividido em: cabeça, pé e massa visceral. Na cabeça são encontrados os órgãos dos sentidos.
O pé é responsável pelos movimentos e, em alguns animais, como o polvo, pode ser substituído pelos tentáculos. A massa visceral é onde encontram-se todos os órgãos.
Alimentação e Sistema Digestório
Os moluscos possuem um sistema digestivo completo, com boca e ânus. O alimento é conduzido pelo tubo digestivo, onde sofre a ação de enzimas. Os nutrientes são absorvidos e distribuídos pelo corpo por meio do sangue.
Os cefalópodes e gastrópodes apresentam a rádula, uma espécie de língua com dentes afiados, usada para raspar os alimentos.
Respiração
Pelo fato dos moluscos serem encontrados em uma grande variedade de ambientes, eles apresentam diferentes tipos de respiração.
- A respiração branquial é realizada pelos moluscos que vivem na água, como os polvos, lulas e ostras.
- A respiração pulmonar está presente em moluscos que vivem em ambiente terrestre, como os caracóis.
- A respiração cutânea ocorre com as lesmas que também vivem em ambiente terrestre, sob o solo e em árvores.
Classificação
Os moluscos são animais que apresentam grande diversidade de formas e tamanhos. Eles distribuem-se em três classes principais: gastrópodes, bivalves e cefalópodes.
Gastrópodes
Os gastrópodes são os moluscos que possuem concha em espiral constituída por uma única peça. São exemplos de gastrópodes os caracóis, caramujos e lesmas. Eles representam o maior grupo dos moluscos.
A sua massa visceral fica no interior da concha, constituindo uma única peça. Usam os pés para a locomoção.
Os gastrópodes são animais invertebrados terrestres.
Bivalves ou Pelecípodes

Os bivalves são moluscos de ambiente marinho, formados por duas conchas articuladas e unidas por um ligamento. São exemplos de bivalves os mariscos, ostras e vieiras.
Entre as duas conchas fica o corpo do animal, constituído pelo pé e pela massa visceral. O pé é pequeno ou ausente.
Cefalópodes

Os cefalópodes não apresentam concha ou esta é interna. São exemplos de cefalópodes o polvo, lula e náutilos.
São os moluscos mais complexos, dotados de sistema nervoso bastante desenvolvido e de olhos semelhantes aos dos vertebrados.
Da cabeça partem tentáculos, em número de oito nos polvos e de dez nas lulas. Os tentáculos têm ventosas que podem servir para capturar uma presa ou prender o animal a um substrato, como uma rocha.
O polvo possui, ligada ao intestino, a glândula de tinta. Quando o animal é atacado, a glândula expele tinta confundindo o predador e facilitando a fuga do polvo.
Os cefalópodes e bivalves são animais invertebrados aquáticos.
LIGAÇÕES QUÍMICAS - 9º ANOS
Ligação
Iônica
As Ligações Iônicas são
as ligações químicas que ocorrem entre os átomos quando estes reagem entre si a
fim de alcançarem a estabilidade que, segunda a Teoria do Octeto, compõem 8
elétrons na última camada ou camada de valência.
Diferentemente das ligações
covalentes, em que há o compartilhamento de elétrons, nas ligações iônicas os
elétrons são doados ou recebidos pelos átomos.
Também chamada de ligação eletrovalente, a ligação iônica é produzida
entre íons (cátions e ânions), daí o termo "iônica". Vale lembrar que
os Íons são átomos que possuem uma carga elétrica por adição ou perda de um ou
mais elétrons.
Portanto, nas ligações iônicas um
ânion, íon de carga elétrica negativa, se une com um cátion, íon de carga
positiva, formando assim, um composto iônico por meio da atração eletrostática
existente entre eles.
Em outras palavras, a ligação iônica
é um tipo de ligação química baseada na
interação eletrostática que ocorre entre íons de cargas opostas, ou seja, íons
positivos (cátions) e íons negativos (ânions). Dessa maneira, enquanto um átomo
ganha elétrons, o outro perde elétrons.
Importante notar que, dos elementos
que compõem a tabela periódica, aqueles que
apresentam maior facilidade em perder elétrons, são em sua maioria, os metais
das famílias IA (Metais Alcalinos), IIA (Metais Alcalino-Terrosos)
e IIIA (família do Boro).
Por outro lado, os que possuem
facilidade em ganhar elétrons são os ametais das famílias VA ( família do
Nitrogênio), VIA (Calcogênios) e VIIA (Halogênios).
Exemplos de
Ligações Iônicas
As ligações iônicas, geralmente
estabelecida entre um metal e
um ametal (não metal), formam os compostos iônicos:
elementos sólidos, duros e quebradiços que apresentam alto pontos de fusão e
ebulição, além de conduzirem corrente elétrica quando dissolvidas em água.
Alguns exemplo de ligações iônicas:
·
Na+Cl- = NaCl (Cloreto de sódio ou sal de
cozinha)
·
Mg+Cl- = MgCl2 (Cloreto de
Magnésio)
·
Al+O- = Al2O3 (Óxido
de Alumínio)
Ligação
Covalente
A ligação covalente é um tipo de
ligação química realizada entre os átomos de hidrogênio, ametais e semimetais
que compartilham entre si pares de elétrons.
O dióxido de carbono é formado por ligações covalentes entre o carbono e dois
átomos de oxigênio
Segundo
a teoria ou regra do octeto, os átomos dos
elementos ficam estáveis quando atingem a configuração eletrônica de um gás
nobre, ou seja, quando eles possuem oito elétrons em sua camada de valência
(camada mais externa) ou dois elétrons — no caso de possuírem somente a camada
eletrônica K.
Assim, seguindo essa
regra, os átomos dos elementos mencionados possuem a tendência de ganhar
elétrons para alcançarem a estabilidade. Por exemplo, o hidrogênio no estado
fundamental possui somente um elétron na sua camada eletrônica; assim, para
ficar estável, ele precisar receber mais um elétron de outro átomo.
Se
tivermos dois átomos de hidrogênio, ambos precisarão receber um elétron cada.
Por isso, em vez de transferirem elétrons (como ocorre na ligação iônica), eles farão uma
ligação covalente em que compartilharão um par de elétrons. Desse modo, ambos
ficarão com dois elétrons, adquirindo a estabilidade:
Ligação covalente de formação da molécula da água
sexta-feira, 16 de junho de 2017
EXEMPLOS DE CRUZAMENTOS GENÉTICOS - 8º ANOS
O cruzamento-teste é quando um indivíduo homozigoto recessivo é cruzado com aquele cujo genótipo se quer conhecer. Por exemplo, temos um rato preto, que sabemos que tem o fenótipo dominante (portanto pelo menos ele possui um alelo dominante) e cruzamos com um albino, que é o recessivo (como todo recessivo, é homozigoto). Deste cruzamento duas possibilidades podem ocorrer: 1- Todos os descendentes nascerem pretos, isso quer dizer que o parental é homozigoto e todos da F1 são heterozigotos ou 2- Nascerem camundongos albinos e pretos heterozigotos na mesma proporção (1:1), demonstrando que o pai é heterozigoto.

Outra maneira de representar cruzamentos é utilizando o quadro de Punett, como representado abaixo para o caso 2 do exemplo acima (Aa x aa).
domingo, 11 de junho de 2017
SISTEMA ABO E FATOR Rh - 8º ANOS
História do Sistema ABO e do Fator Rh
O sistema ABO foi descoberto no início do século XX, pelo biólogo austríaco Karl Landsteiner (1868-1943) e sua equipe de cientistas, visto que eles constataram algumas diferenças no sangue dos indivíduos, o que, certamente, esclareceu a morte de muitas pessoas após transfusões de sangue. Assim, a descoberta do Sistema ABO foi um marco importante da história da medicina, sendo o médico e biólogo Karl Landsteiner agraciado pelo “Prêmio Nobel de Fisiologia”, em 1930.
Segundo os cientistas, a propriedade da incompatibilidade dos tipos sanguíneos foi corroborado por meio da reação imunológica entre as substâncias presentes no plasmasanguíneo e nas hemácias. Com isso, o sangue que sofreu aglutinação a partir de determinados antígenos, nas hemácias ficaram conhecidos como aglutinogênios (A e B) enquanto que as substâncias aglutinadoras do plasma foram denominadas de aglutininas (anti-A e anti-B).
Além da desvendar a tipologia sanguínea, Karl Landsteiner (1868-1943) descobriu o Fator Rh (anticorpos), derivado do nome do “macaco reshus”, animal o qual foi utilizado nas investigações para o avanço do sistema ABO. As pesquisas demostraram que determinados tipos de sangue possuem ausência do fator Rh, uma vez que os indivíduos que apresentaram as hemácias aglutinadas pelo anticorpo Rh, foram classificadas como Rh positivas (Rh+), enquanto que as hemácias dos que não se aglutinaram, foram chamadas de Rh negativas (Rh-).
MÉTODOS DE PREVENÇÃO DE VERMINOSES - 6º ANOS
A verminose é uma doença causada pela infestação de parasitas no organismo, tanto em crianças como em adultos, e para prevenir que os diferentes tipos de parasitas se instalem no organismo é importante seguir alguns conselhos, como:
- Manter limpas as instalações sanitárias e lavar as mãos após utilizá-las;
- Evitar andar descalço;
- Cortar e manter limpas as unhas;
- Beber água filtrada, fervida ou desinfectada com Hipoclorito de Sódio.
- Lavar e cozinhar bem os alimentos;
- Lavar as mãos antes das refeições;
- Lavar os utensílios domésticos com água potável.
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